5.º Grau — Dominante, cadências, ritmo e ornamentos
O V7 e as cadências (perfeita vs. imperfeita), as oito claves e o transporte à vista, síncopa/contratempo/anacrusa, ornamentos, modulação, instrumentos e vozes.
0 / 9 secções
1O acorde de 7.ª da dominante (V7)✓ concluída
Em uma frase: O acorde de 7.ª da dominante (V7) é a tríade maior do 5.º grau mais uma 7.ª menor; contém o trítono sensível–7.ª, que «puxa» para a tónica.
Passo a passo
Construa: em Dó Maior o V é Sol–Si–Ré; junte a 7.ª a partir de Sol: Fá. V7 = Sol–Si–Ré–Fá.
Encontre o trítono: Si–Fá (4.ª aumentada / 5.ª diminuta) — é a tensão do acorde.
Resolva: Si (sensível) sobe meio-tom para Dó; Fá (7.ª) desce por grau para Mi.
Reconheça noutros tons: tríade Maior + 7.ª menor é sempre um V7 — Dó–Mi–Sol–Si♭ é o V7 de Fá Maior.
Ouvir os conceitos
Na pauta
V7 de Dó Maior (Sol–Si–Ré–Fá): o Si sobe para Dó e o Fá desce para Mi.Dó–Mi–Sol–Si♭: é o V7 de Fá Maior.
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
O V7 de Sol Maior é…
No V7, a sensível…
💡 Truque para memorizar: «V7: tríade maior + sétima menor — e o trítono lá dentro é a mola que salta para a tónica.»
O V7 é formado por:
✘ Tríade M + 7.ª M é o acorde de 7.ª MAIOR (maj7) — típico do I e do IV, não do V.
✘ Menor + 7.ª menor é o acorde de 7.ª menor (o ii7, por exemplo).
✘ Diminuta + 7.ª menor é o meio-diminuto — o acorde do vii.
✔ Tríade Maior com 7.ª menor — combinação exclusiva do 5.º grau na tonalidade.
Na resolução do V7, a 7.ª:
✘ Quem sobe é a SENSÍVEL (para a tónica); a 7.ª faz o caminho descendente.
✘ Manter-se deixava a dissonância por resolver — o ouvido ficava pendurado.
✘ Saltar para a tónica é privilégio do baixo (Sol→Dó); a 7.ª resolve por grau conjunto.
✔ A 7.ª resolve descendo (Fá→Mi em Dó M); a sensível sobe (Si→Dó).
Resumo da secção
V7 = V maior + 7.ª menor.
Trítono sensível–7.ª = tensão.
Sensível sobe, 7.ª desce.
2Cadências✓ concluída
Em uma frase: As cadências são a pontuação da música: perfeita (V–I, ponto final), plagal (IV–I, o «amém»), interrompida (V–vi, uma surpresa) e meia cadência (…V, uma vírgula).
Passo a passo
Olhe para os dois últimos acordes da frase e cifre-os.
V–I = perfeita (conclusiva, com sensível).
IV–I = plagal (conclusiva mas suave, sem sensível — o «amém» dos hinos).
V–vi = interrompida (engana a expectativa); repouso em V = meia cadência (suspensiva).
Ouvir os conceitos
Na pauta
Em Sol Maior: V → I, cadência perfeita.Em Dó Maior: IV → I, cadência plagal.Em Dó Maior: V → vi, cadência interrompida.
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
ii–V no fim de uma frase, sem chegar ao I, é…
A cadência sem sensível que soa a «amém» é…
💡 Truque para memorizar: «Perfeita = ponto final; plagal = amém; interrompida = surpresa; meia = vírgula.»
A cadência plagal é a progressão:
✘ V–I é a cadência PERFEITA (autêntica) — a que traz a sensível.
✘ V–vi é a interrompida: a da surpresa.
✘ ii–V é meio caminho: prepara a cadência mas não a consuma.
✔ IV–I: subdominante → tónica, sem sensível — som «de amém».
Na cadência interrompida, o V resolve em:
✘ Se resolvesse em I era a cadência perfeita — sem interrupção nenhuma.
✘ O IV vem ANTES da dominante (função subdominante), não depois.
✘ Ficar em V é a MEIA cadência: repouso suspensivo, não engano.
✔ O ouvido espera a tónica, mas o baixo sobe para o 6.º grau (V–vi).
Resumo da secção
Perfeita V–I; plagal IV–I.
Interrompida V–vi; meia cadência termina em V.
Cifrar os dois últimos acordes decide.
3As claves de dó✓ concluída
Em uma frase: As claves de dó fixam o Dó central numa linha da pauta e servem os registos médios: dó na 3.ª linha (contralto — viola de arco) e dó na 4.ª (tenor — violoncelo, fagote e trombone no agudo).
Passo a passo
Localize a linha apontada pelo centro da clave: é o Dó central.
Em uma frase: Três formas de brincar com o acento: a síncopa prolonga um som da parte fraca sobre a forte; o contratempo cala a parte forte e soa na fraca; a anacrusa começa a frase antes do primeiro tempo forte.
Passo a passo
Marque os tempos fortes do compasso.
Síncopa: uma nota ataca numa parte fraca e atravessa o tempo forte seguinte — o acento desloca-se.
Contratempo: pausa no tempo forte, nota na parte fraca, sem prolongamento.
Anacrusa: nota(s) que antecedem o 1.º compasso completo; o último compasso costuma completá-las.
Ouvir os conceitos
Na pauta
Síncopa: a semínima central prolonga a parte fraca sobre a forte.Contratempo: pausas nos apoios, ataques nas partes fracas.Anacrusa: a frase começa antes do 1.º compasso completo.
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
Pausa no tempo forte e nota na parte fraca, sem ligadura, é…
Uma síncopa regular…
💡 Truque para memorizar: «Síncopa atravessa, contratempo esquiva, anacrusa antecipa.»
A diferença essencial entre síncopa e contratempo é:
✘ Pausas nos tempos fortes definem o CONTRATEMPO — é a outra personagem.
✘ O contratempo existe em qualquer compasso, não só no 6/8.
✘ Há diferença, e importante: uma prolonga o som sobre o apoio, a outra cala-o.
✔ Síncopa = prolongamento sobre o tempo forte; contratempo = silêncio no tempo forte.
A anacrusa é:
✘ O último compasso pode até COMPLETAR a anacrusa, mas ela vive no início.
✘ A anacrusa é som, não silêncio: nota(s) a soar antes do primeiro apoio.
✘ Quiálteras dividem valores; a anacrusa é uma questão de posição no compasso.
✔ Começar «em levare»: o compasso inicial fica incompleto e completa-se no final.
Resumo da secção
Síncopa: som da parte fraca prolongado sobre a forte.
Contratempo: forte em pausa, fraca com som.
Anacrusa: notas antes do 1.º tempo forte.
5Ornamentos✓ concluída
Em uma frase: Ornamentos são notas pequenas ou sinais que decoram a nota principal: trilo (alternância rápida com a vizinha superior), mordente (alternância única), grupeto (contorno pelas vizinhas), apogiatura (apoio que rouba valor) e acciaccatura (apogiatura rapidíssima).
Passo a passo
Identifique o sinal ou a nota pequena e a nota principal a que se aplica.
Trilo (tr): principal–superior–principal–superior… durante todo o valor da nota.
Mordente: principal–vizinha–principal, uma só vez (superior sem traço, inferior com traço). Grupeto: superior–principal–inferior–principal.
Apogiatura: nota estranha apoiada no tempo, tira metade do valor à principal; acciaccatura (nota pequena cortada): o mais rápida possível.
Ouvir os conceitos
Na pauta
Trilo (tr).Mordente.Grupeto.Apogiatura: o Ré apoia-se e resolve em Dó.
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
O ornamento que alterna rapidamente com a nota superior durante todo o valor é…
A nota pequena cortada por um traço é…
💡 Truque para memorizar: «Trilo treme, mordente morde uma vez, grupeto dá a volta, apogiatura apoia, acciaccatura esmaga.»
O ornamento que contorna a nota real pelas vizinhas superior e inferior é o:
✘ O trilo alterna insistentemente com UMA vizinha (a superior) — não faz o contorno completo.
✘ O mordente é uma alternância única e rápida, sem passar pelas duas vizinhas.
✘ O portamento arrasta o som entre duas notas — nem sequer usa vizinhas escritas.
✔ O grupeto «rodeia» a nota real (ex.: Ré–Dó–Si–Dó sobre a nota Dó).
A acciaccatura distingue-se da apogiatura longa por:
✘ A altura é a mesma da apogiatura; o traço corta o VALOR, não muda a nota.
✘ Pode resolver a subir ou a descer, como qualquer apogiatura.
✘ Usa-se do Barroco a Chopin e além — a diferença é de execução, não de época.
✔ É a nota pequena cortada por um traço: rapidíssima, encostada à nota real.
Resumo da secção
Trilo: alternância contínua com a superior.
Mordente: uma alternância; grupeto: volta pelas vizinhas.
Apogiatura tira valor; acciaccatura é rapidíssima.
6Modulação a tons vizinhos✓ concluída
Em uma frase: Modular é mudar de tonalidade dentro da peça. Os tons vizinhos diferem no máximo numa alteração; o sinal mais fiável de modulação é o aparecimento da nova sensível.
Passo a passo
Liste os vizinhos de Dó Maior: Sol M (1♯), Fá M (1♭) e as relativas lá m, mi m, ré m.
Procure alterações persistentes: Fá♯ repetido → Sol Maior; Si♭ → Fá Maior; Sol♯ → lá menor (a sua sensível).
Confirme pela cadência: onde a música repousa (V–I) é a nova tónica.
Regresso: quando as alterações estranhas desaparecem, voltou-se ao tom principal.
Ouvir os conceitos
Na pauta
De Dó Maior para Sol Maior: o Fá# denuncia a nova sensível.De Dó Maior para Lá menor: aparece o Sol#.
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
Em Sol Maior aparece Dó♯ repetido e a frase repousa em Ré. Modulou para…
São vizinhos de Fá Maior…
💡 Truque para memorizar: «Siga a sensível»: a alteração estranha que insiste em subir meio-tom para uma nota de repouso é a sensível do novo tom.
Num trecho em Dó Maior aparece sistematicamente Si♭ e a música repousa em Fá. Modulou para:
✘ Sol Maior traria Fá# — precisamente o oposto do Si♭ que aparece.
✘ Ré menor usaria Dó# (a sua sensível) e repousaria em Ré, não em Fá.
✘ Si♭ Maior precisaria TAMBÉM de Mi♭; um só bemol aponta para Fá Maior.
✔ O Si♭ é a alteração de Fá Maior (tom vizinho da subdominante).
São tons vizinhos de Dó Maior:
✘ Ré Maior (2♯) e Mi Maior (4♯) distam demasiado de Dó Maior — não são vizinhos.
✘ Lá menor é A relativa, mas a vizinhança inclui mais quatro tonalidades.
✘ Todos não: vizinhança exige armação igual ou a uma alteração de distância.
✔ Relativa + tonalidades a uma alteração de distância (e as suas relativas).
Resumo da secção
Vizinhos: ± 1 alteração + relativas.
Nova sensível = sinal de modulação.
A cadência confirma a nova tónica.
7As oito claves e o transporte à vista✓ concluída
Em uma frase: Há 8 posições de clave (sol 1.ª/2.ª, dó 1.ª–4.ª, fá 3.ª/4.ª) e as contíguas distam sempre uma 3.ª. Por isso, imaginar outra clave dá às notas outro nome — é o princípio do transporte à vista.
Passo a passo
Ordene as claves do agudo para o grave: sol 1.ª, sol 2.ª, dó 1.ª, dó 2.ª, dó 3.ª, dó 4.ª, fá 3.ª, fá 4.ª.
A mesma posição na pauta muda de nome por 3.as ao passar de uma clave para a contígua.
Para transportar à vista, escolha a clave que dá à tónica o nome pretendido, ajuste a armação mentalmente e corrija a oitava.
Transcrição ≠ transposição: mudar só a clave mantendo o som é transcrever.
Clave
Nota na 2.ª linha
sol 2.ª
Sol
dó 1.ª
Mi
dó 3.ª
Lá
dó 4.ª
Fá
fá 4.ª
Si
Na pauta
O mesmo Dó central escrito em quatro claves: sol, dó na 3.ª, dó na 4.ª e fá na 4.ª.
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
Quantas posições de clave de dó existem?
Copiar uma melodia da clave de sol para a de dó na 3.ª mantendo os sons é…
💡 Truque para memorizar: «2 + 4 + 2 = 8 claves; vizinhas a uma 3.ª.» Para transportar à vista: troque a clave na cabeça, não as notas no papel.
Quantas posições de clave existem no total?
✘ 3 são as ESPÉCIES (sol, dó e fá); as posições multiplicam-se pelas linhas que ocupam.
✘ 5 é o número de linhas da pauta — coincidência tentadora, mas a conta é 2 + 4 + 2.
✘ 7 esquece uma: sol tem duas posições, dó tem quatro e fá tem duas.
✔ Sol: 1.ª e 2.ª; dó: 1.ª a 4.ª; fá: 3.ª e 4.ª — oito posições, e as contíguas distam uma 3.ª.
Copiar um trecho da clave de sol para a clave de dó na 3.ª linha, mantendo os mesmos sons, é:
✘ Transposição mudaria o SOM real; aqui só mudou a roupa (a clave).
✘ Modulação é mudar de TONALIDADE dentro da música — nada disso aconteceu.
✘ Inversão vira intervalos ou acordes de pernas para o ar; copiar não inverte nada.
✔ Mudou a escrita, não o som. Transposição implica mudar a altura real do trecho.
Resumo da secção
8 posições: sol 2, dó 4, fá 2.
Claves contíguas distam uma 3.ª.
Transporte à vista = imaginar outra clave; transcrição = só reescrever.
8Cadência autêntica: perfeita vs. imperfeita✓ concluída
Em uma frase: A cadência V–I é perfeita quando ambos os acordes estão no estado fundamental e o soprano termina na tónica; caso contrário é imperfeita. O 6/4 cadencial (I em 2.ª inversão antes do V) prepara a dominante.
Passo a passo
Verifique o baixo: V e I estão no estado fundamental?
Verifique o soprano: termina na tónica? Se sim a ambas → perfeita.
Soprano na 3.ª ou na 5.ª, ou acordes invertidos → imperfeita: conclusiva, mas menos definitiva.
Antes do V pode surgir o I em 2.ª inversão — o 6/4 cadencial — que reforça e adia a dominante.
Ouvir os conceitos
Na pauta
Duas cadências V–I em Dó Maior: perfeita (soprano termina na tónica) e imperfeita (termina na 3.ª).
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
V–I com o soprano a terminar na 5.ª do acorde é…
O 6/4 cadencial é…
💡 Truque para memorizar: «Perfeita = tudo no lugar: baixo na fundamental, soprano na tónica.» O 6/4 cadencial é a tónica a bater à porta da dominante.
Na cadência autêntica perfeita, a voz superior termina:
✘ Se o soprano acaba na 3.ª, a cadência autêntica fica IMPERFEITA.
✘ Na 5.ª, o mesmo: conclusiva, mas sem o «ponto final» perfeito.
✘ A sensível é tensão pura — terminar nela deixava tudo em suspenso.
✔ Soprano na tónica e acordes no estado fundamental — máxima sensação conclusiva.
O «6/4 cadencial» é:
✘ O IV em 1.ª inversão é outro recurso; o 6/4 cadencial pertence à TÓNICA.
✘ Não é fórmula de compasso: 6/4 aqui são os intervalos sobre o baixo (6.ª e 4.ª).
✘ O V com 7.ª é o V7 — vem DEPOIS do 6/4 cadencial, não é ele.
✔ I⁶⁴ → V → I: a tónica em 2.ª inversão prepara e realça a dominante.
Resumo da secção
Perfeita: V e I fundamentais + soprano na tónica.
Imperfeita: soprano na 3.ª/5.ª ou inversões.
I⁶⁴ – V – I: 6/4 cadencial.
9Instrumentos e vozes✓ concluída
Em uma frase: Os instrumentos agrupam-se por como produzem o som — cordas (friccionadas, dedilhadas, percutidas), sopros de madeira e de metal, percussão — e as vozes por registo: soprano, meio-soprano, contralto, tenor, barítono, baixo.
Passo a passo
Pergunte «o que vibra?»: corda → cordas; ar num tubo → sopros; membrana ou corpo sólido → percussão.
Nos sopros, pergunte «como se sopra?»: palheta ou bisel → madeiras (flauta, oboé, clarinete, fagote, saxofone); bocal → metais (trompa, trompete, trombone, tuba).
Percussão: altura definida (timbales, xilofone) ou indefinida (caixa, pratos).
Vozes, do agudo ao grave: soprano, meio-soprano, contralto (femininas); tenor, barítono, baixo (masculinas).
Família
Exemplos
Cordas friccionadas
violino, viola, violoncelo, contrabaixo
Cordas dedilhadas / percutidas
harpa, guitarra / piano
Madeiras
flauta, oboé, clarinete, fagote, saxofone
Metais
trompa, trompete, trombone, tuba
Percussão
timbales, caixa, pratos, xilofone
Experimente
Prática livre — não conta para o progresso; pode errar à vontade.
O saxofone é…
A voz masculina intermédia é…
💡 Truque para memorizar: «Classifica-se pelo modo de tocar, não pelo material»: saxofone e flauta metálica são madeiras.
O clarinete pertence à família:
✘ Apesar de poder ser feito de metal, a emissão por PALHETA classifica-o nas madeiras.
✘ Cordas dedilhadas são a harpa e a guitarra — o clarinete não tem cordas.
✘ Percussão bate-se; o clarinete sopra-se.
✔ Classifica-se pela emissão (palheta), não pelo material: é uma madeira, como o oboé e o fagote.
A voz feminina mais grave é:
✘ O soprano é a voz feminina mais AGUDA — o extremo oposto.
✘ O meio-soprano fica a meio: ainda há uma voz mais grave do que ele.
✘ O barítono é voz MASCULINA (entre o tenor e o baixo).
✔ Femininas: soprano → meio-soprano → contralto. O barítono é voz masculina.
Resumo da secção
Cordas, sopros (madeiras/metais), percussão.
Madeira vs metal decide-se pela embocadura.
Vozes: S, MS, A / T, Bar, B.
Grau concluído! 🎉
Consolidou os conteúdos essenciais do 5.º grau. Reveja as secções onde hesitou e, quando se sentir seguro, avance para o 6.º grau — os conteúdos são cumulativos.